segunda-feira, 29 de abril de 2013

É!!!

"Pelo nosso amor em movimento
Pode ser
E é"


Música da diva Tulipa Ruiz, que eu sempre soube que seria a música que eu usaria 
para dar a notícia mais esperada da minha vida. Tem tudo a ver com a gente.

Só não sabia que seria assim tão rápido, rs.

E eu confirmei o que o meu coração me disse baixinho dia desses: aquela sensação que eu sentia no corpo, feito borboletas no estômago, era mesmo um pressentimento.

Vejam a foto vocês mesmas:

dá pra ver o resultado, né?! tá mais nítido ao vivo (fiz dois testes) mas como essa é a foto da foto, ficou assim, rs.

Precisava muito contar pra vocês.
Volto ainda essa semana para dar mais detalhes de tudo, prometo!
Por enquanto estamos, marido e eu, curtindo essa novidade e contando pra família.

Beijo meninas! de nós três ^^

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Ajudando a parir a mudança que quero ver no mundo

Acabei de fazer minha contribuição para que o filme O Renascimento do Parto chegue logo às telas de cinema. Não foi um valor muito alto, e na verdade até pensei em não doar, porque as coisas aqui estão um tanto quanto apertadas. Mas o motivo é maior. Eu acredito no alcance que esse filme terá na vida das pessoas. Eu quero que cada vez mais e mais gente perceba que os valores foram invertidos no nosso país e que as consequências desse ato podem ser bem piores do que supõe a nossa vã filosofia. De pouco em pouco nós já alcançamos muita gente. E vamos alcançar cada vez mais, eu tenho certeza disso. Por isso eu doei.



Estou bem sensível essa semana, meu sinal clássico de tpm. E tenho pensado muito sobre o nascimento do meu futuro baby. A realidade é que eu não sei se terei toda a condição financeira para pagar a equipe que eu já chamo de minha. Claro também que já tenho uma segunda opção igualmente humanizada e mais acessível para o caso de eu precisar, que é a Casa de Parto. Mas sabe quando bate um medinho?
Vou ser especialmente sincera com vocês: não existe, hoje, algo que eu queira mais do que ter o meu filho. E não quero adiar ainda mais a sua chegada por conta da minha pobreza  angústia em ter em mãos, antes de qualquer coisa, toda a quantia necessária  para que as coisas saiam da forma como eu gostaria que saísse. Ele é quem sabe a melhor hora de vir, mas eu já o espero e quero muito.
Não, eu não estou depositando "toda a minha felicidade" no ombros ainda inexistentes dele. Eu sou muito feliz agora. Sou muito feliz com o meu marido (eu diria muito feliz, nesse caso, rs), e sou bem feliz comigo mesma. Nunca consegui esperar tal ou qual acontecimento para viver a felicidade. Esse é um sentimento que me acompanha no caminho, e não na chegada. Dizendo em outras palavras, eu me sinto bem na minha própria pele; sofro um bocado, choooro pra caramba, mas sou feliz. E também não acho que "só falta o bebê para minha família ficar completa". Meu marido e eu não completamos um ao outro, nós somamos. Somos duas pessoas inteiras que fazem a escolha diária de viver juntas, uma parceria-amor que só nos faz bem. Então não é com o nosso filho que vamos pensar em "complemento". Ele vem somar ainda mais às nossas vidas. Mas eu o espero muito. Nós o esperamos muito, isso é um fato. Eu já tenho sentimentos e vontades dentro de mim que sei que são destinados à ele (para eles, porque queremos mais de um filho, rs). Essa é a parte difícil, porque por vezes esses sentimentos se afloram de uma tal forma e eu não tenho algo externo para canalizá-los. Não sei o que fazer com tudo isso ainda, então eu apenas os sinto aqui dentro e os guardo de novo, ou escrevo para amenizar essa espécie de saudade do que ainda não veio.
Eu não consigo explicar de uma forma sólida, desculpem, mas eu sinto de uma forma muito forte que ele (só para ilustrar, gente, não faço a mínima ideia de se é menino ou menina, rs) está perto. Pode ser que não esteja perto de vir morar na minha barriga, isso eu não tenho como saber com certeza, mas tomara que seja logo. Eu o sinto perto de nós mesmo, quase como uma presença. Mas também não é que eu ache que ele está aqui no meio de nós, por exemplo, como uma alma visitante ou perdida. Também não é isso. Mas eu o sinto. É um tipo de pressentimento que de vai acontecer. E eu digo que ele pode vir quando quiser, estamos nos preparando constantemente para a sua chegada e faremos de tudo para que sua vida aqui conosco seja a mais linda e respeitosa possível, cheia de amor e de carinho.
E então eu penso no parto. Que é sua primeira transição nessa vida, e eu acredito completamente que essa passagem deva acontecer da maneira mais natural possível, dentro do tempo que a natureza entender como certo e suficiente. Amor nós garantimos que não irá faltar. Mas a dúvida iminente que insiste em se instalar na minha cabeça, sobre condição financeira suficiente para proporcionar o melhor na hora de seu nascimento, me dá um certo medo, confesso. Porque depois nós podemos arrumar nossas malas e ir morar na roça, se for o caso, desde que estejamos juntos e felizes. Mas eu não aceito nada menos que o melhor para todos nós durante todas as horas em que estivermos nos preparando e para o parto propriamente dito.

Para isso eu luto e estudo e converso com a minha família há bem mais de um ano. E se eu puder, vou falar para quem mais quiser ouvir também. Porque, sinceramente, eu não aguento mais ouvir que sorinho é natural, que cesárea é normal. Natural é o que for mais confortável para o bem-estar da mulher e do bebê, quando vão entender isso? Se ela quiser analgesia, que assim seja, esse é um direito adquirido e deve ser respeitado. Mas que seja também respeitado o direito de parir em casa, por exemplo, se assim for o desejo dela. Eu não aguento mais esse descaso com o recém-nascido e com a mulher, e também com o homem.
É preciso mais amor, mais empatia, mais alma.

E é também por isso que eu doei para que o filme chegue logo. Precisamos conscientizar as pessoas, precisamos de políticas públicas que atendam toda a demanda de nascimentos no país da forma como tem que ser: com a mulher como protagonista. Precisamos de pessoas, e não de números. Precisamos de ocitocina natural, e não sintética. É preciso renascer. E eu quero ajudar parir essa mudança.




Adoro Arnaldo Antunes, e ainda mais essa música dele, que já é a minha música do parto. 

(acabou virando um baita texto, mas eu não planejei, apenas abri a página e fui escrevendo conforme fui sentindo. Então não sei se está na melhor ordem, ou totalmente coerente, mas é o que eu precisava exteriorizar nesse momento).

segunda-feira, 22 de abril de 2013

adeus, plataforma chata! (Assunto rápido para explicação)

GENTE!!!

Assunto chatinho: eu tinha acrescentado aqui aquele botão de também comentar pelo Google+, mas não havia entendido que tudo seria unificado e não daria mais para comentar somente aqui pelo blog, pensei que ficaria os dois, sabe?, igual quando dá pra comentar pela conta do face e pelo blog, por exemplo. Só vi hoje quando as meninas comentaram e a notificação chegou no meu e-mail diferente. Fui tentar tirar e os comentários feitos hoje, por essa nova plataforma, simplesmente sumiram. Voltei com eles, porque não quero ficar sem os comentários tão queridos aqui. Daí que eu vi em algum lugar não muito visível que, além de estar unificado, só pode comentar quem tiver conta no Google+. Ah não! Aí já é demais!! Isso não é justo com o pessoal que não tem a conta, não acho certo de forma alguma.
Retirei essa opção e tudo voltou a ser como era antes. Mas fiquei sem alguns comentários aqui #todaschora :(((
maaas, pelo menos tenho cada um que chegou hoje no meu e-mail, na notificação de entrega, não apaguei nada. Acho que vou eu mesma copiar e colar em seus respectivos posts. Então Dani, Mayara e Julie, recolocarei seus comentários creditados aqui de novo, viu?! Adorei cada um deles, obrigado!

Só queria mesmo explicar isso, e dizer que tudo voltou a ser o que era! o/
O espaço dos comentários está aberto para todas as pessoas, óbvio. Isso de segmentar a coisa não é nada democrático e precisa ser prático e funcional, primeiramente, para vocês, que são as pessoas que utilizam.

Por último, mas não menos importante, obrigado a todo mundo que leu e comentou lá no MMqD hoje. Vocês são umas lindas mesmo e sempre animam o meu dia, por mais corrido que esteja :D

Beijos!
volto amanhã ou depois com algum assunto legal para superarmos essa parte chata do caminho.

A calma e o encontro na pracinha

Gente linda! Muitíssimo obrigado pelas palavras no post passado. Desculpe não ter respondido lá mesmo como sempre faço, mas é que depois a rotina virou de ponta cabeça e eu só tive tempo, realmente, agora. Mas li tudo e amei tudo!
Não sei se rolou esse mês, e sei que ainda tenho uns dias pra descobrir efetivamente. O que eu sei é que, depois do último post, estou bem mais calma, vocês não imaginam o quanto. Não sei se apenas precisava dividir e registrar aquilo, ou se eu estou sem tempo de focar no assunto mesmo. Mas estou gostando e agradeço se conseguir permanecer assim até o fim da semana (oremos!). De qualquer forma, se houver alguma mudança, corro aqui e conto tudo pra vocês.


Novidade super legal para começar a semana com tudo: hoje eu estou na pracinha mais bacana e descolada dessa blogosfera, o Minha Mãe que Disse! Preciso dizer que tô me sentindo muito chique e phyna por ter minhas (nada curtas) palavras naquele lugar tão legal.
E ninguém perguntou, mas eu falo assim mesmo: o tema escolhido é baseado em fatos reais. Já presenciei de mais perto do que gostaria umas cenas naquele contexto e me dá uma fadiga só de pensar que pode acontecer comigo também (não que eu vou deixar, óbvio, mas né... e o povo lá entende?).
Enfim, gostaria de convidá-las para ler e depois cada uma ganha um docinho a gente assunta mais sobre isso.

Nos vemos lá! :))

e me contem como andam as coisas por aí...
Boa semana para todas nós!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Cadê a segurança que estava aqui? O gato comeu!

Senta que lá vem a história:

Era finzinho de novembro de 2010 (caramba, peraí! escrever 2010 faz parecer tão distante; pra mim isso aconteceu semana passada! mas voltando...). Eu estava na casa da minha prima, que é quase minha irmã. Estávamos sozinhas, ela estava no sofá e eu na mesa, mexendo em alguma coisa na internet (oi, facebook!). Ela levantou a blusa e ficou olhando a própria barriga, depois falou algo como "será que eu tô grávida?".
E deu-se o diálogo:
- Não sei, Má (nós duas somos Má, rs), porque você acha isso, tá atrasada?
- Eu não sou muito regulada, lembra? Mas faz um tempo sim que não vem nada.
- Ah, então pode ser. Vem aqui pra eu ver sua barriga.
Ela veio até mim, levantou a camiseta e eu peguei na barriga dela, meio que apalpando.
- Ai, Má, ela tá diferente, hein?! Acho que pode ser...
- Mas o que eu tô achando que mudou mesmo foram meus seios, olha.
E quando eu vi, eu sabia, assim como ela, que estava acontecendo alguma coisa.
Descemos até a farmácia na mesma hora e, dois testes positivos depois, vimos que era verdade: ela estava grávida. No dia seguinte ela repetiu o exame de manhã e a resposta veio ainda mais rápido.
Enfim, o resto é "secundário": eu marquei a consulta com a nossa ginecologista e fui com ela no dia seguinte, os meses foram passando, a barriga foi crescendo, descobrimos que era um menino e ele nasceu no dia do meu aniversário, um mês antes do meu casamento. Esse ano faz dois anos.
Fim da história.
Mas não posso deixar de perguntar: vocês reparam na minha desenvoltura para lidar com a situação? Me diz: de onde eu tinha experiência para diferenciar uma barriga de uma gestante de 4 ou 5 semanas (que era o tempo que ela estava, descobrimos depois) e a de uma mulher não-grávida? A resposta é simples, minhas amigas: eu não faço a mínima ideia!!! Mas naquela situação deu super certo e o resultado está por aí, pedindo pra falar comigo ao telefone e bagunçando a casa toda.

O fato é que, se naquela época eu tive uma espécie de certeza, isso não existe mais. A segurança me abandonou no momento em que eu mais preciso dela. Quanta ingratidão! E por segurança entende-se: não sei nem se é um sim, ou se é um não, o que está acontecendo agora.
Esse é meu primeiro ciclo sem nenhum contraceptivo, mas também sem monitoramento e eu vou falar uma coisa pra vocês: tá foda! Parece que vai chegar o ano novo, mas não vai chegar o dia do fim desse ciclo. Não que eu não esteja aproveitando, é só que o tempo parou, apenas.
E eu fiz esse blog também para registrar tudinho que sei que a minha memória não vai suportar sozinha, então vamos lá: quando eu parei com o anti, em janeiro, fiquei cheia de "bolinhas" na testa e perto nariz. Nem só espinhas, nem só cravos, a maioria eram umas bolinhas mesmo; odiei, óbvio. Pois bem. Elas sumiram! Do nada! Só tenho agora umas pouquíssimas na testa, estou linda de novo (haha). Não estou usando nenhum cosmético, juro. Mistérios da vida.
Fora uns outros sintomas, como pontadas nos ovários, esses dias eu cismei que o gosto do leite condensado estava diferente, estragado. Minha amiga provou (nós fazemos brigadeiro pra vender) e disse que estava normal, mas meu paladar não aceitou: pra mim, estava com gosto de queijo, hahaha. E a mais nova novidade das paradas de sucesso: sabe quando a gente tem uma "sensação" (qualquer uma)? Ou algo parecido com um pressentimento? Pois é, eu estou sentindo, mas não de forma abstrata, e sim no meu corpo, literalmente; mais precisamente na região do estômago. Não é dor, é uma sensação mesmo. É como se eu tivesse borboletas alvoroçadas morando ali de verdade. É difícil explicar porque eu nunca senti algo parecido. Elas têm me acompanhado praticamente o dia todo, já há quase uma semana, e na aula de hidro de terça até me incomodou, um tipo de pressão mesmo na barriga. Muito estranho, gente. Os pequenos quase enjoos não entra na lista, porque eu vivo tendo mesmo, então pra mim é normal, rs.

Simplesmente não estou conseguindo viver um dia inteiro de ansiedade, como eu disse que costumo fazer. As coisas mudaram de figura esse mês e eu estou tentando entender todas essas mudanças.
Meu marido está tranquilíssimo, aquele lindo, e isso tem me confortado muito.

Pelo menos o ciclo, teoricamente, termina no fim da semana que vem e eu poderei tirar minhas conclusões disso tudo. porque por enquanto não estou apostando em nada. Até lá, espero não surtar de vez e sair correndo três dias sem olhar pra trás. Vamos aguardar.


Me diz se eu estou com cara de quem tá gostando dessa fadiga toda?


E por aí, como está o mês de abril?

Imagem: Google Imagens

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Mais empatia com os pequenos

Uma verdade sobre mim: eu fui apaixonada pela minha infância.

Nasci aqui em São Paulo, mas com apenas 3 meses minha família se mudou pruma cidade lá do norte de Minas. Fui criada livre, brincando na rua, descalça, ralando o joelho, andando de bicicleta. Assistia tevê o mínimo do meu tempo, eu era muito ocupada, rs. Além de estudar, eu dançava, pulava corda e amarelinha. Brincava de boneca, montando uma casa inteira pra mim, às vezes. Também tinha meu próprio restaurante, com "bifes" de folha, pedras e cascas de banana no menu; adorava quando minha mãe me dava punhadinhos pequenos de arroz, feijão, macarrão, pó de café e maizena (pra misturar com água e virar leite) e eu podia incrementar a brincadeira. Escolinha também estava na lista, assim como banco (meu pai trabalhava em um, rs) e várias outras infinitas brincadeiras que eu literalmente inventava, sozinha ou acompanhada. Brinquei até hoje os 12 anos, quando algumas meninas já não faziam isso por se autodenominarem "mocinhas", rs 
Não que eu não tenha sofrido nenhuma dor ou trauma. Mas eu aproveitei muito aqueles anos, e como aproveitei. 

Depois que cresci continuei encantada pelo universo infantil. E, mais ainda, pela mente das crianças. Porque eu me lembro como foi a minha. Porque eu me lembro como eram algumas coisas. E não tinha coisa mais chata do que eu estar sentindo alguma coisa e um adulto achar que eu estava sentindo outra coisa, totalmente diferente. Existia momentos em que eu não sabia transmitir o que me apetecia, tinha dúvidas que não eram respondidas de forma esclarecedora. Confesso que não é pela fala que eu melhor me expresso, por isso também a paixão pela escrita. 

A insistência em tentar entender meus sentimentos e reações frente a alguma situação é uma característica minha, que trago desde essa época. E se eu sinto, pode ser que aconteça com mais alguém também, né?!
Então, quando eu estou lidando com uma criança, eu me pergunto: eu passei por algo parecido na minha infância? Como eu me senti? O tratamento que recebi me fez bem, ou fiquei com a sensação de que não entenderam nada? Não que todas as pessoas passem pelas mesmas coisas, mas essa prática pode, pelo menos, apontar uma luz para nortear as minhas ações e, assim, eu ajo com mais cuidado, pois diante de mim tem uma pessoinha que pode estar tão perdido quanto eu.


                            
Para ilustrar o post e ficar fofo, uma foto minha com a minha afilhada, há 4 anos atrás. E uma do Cleber, com o nosso sobrinho, há 1 mês atrás.

A verdade é que muitos adultos tem uma espécie de mania de achar que as crianças fazem determinadas coisas apenas para irrita-los, testar sua paciência, ou algo do tipo. Não que isso não ocorra em alguma situação específica da infância, claro. Mas francamente? Achar que todas as vezes o motivo é mais você do que seu filho é um tanto egoísta, eu acho. 

Se até nós, adultos, com uma mente perfeitamente capaz de entender coisas subjetivas e abstratas, muitas vezes sentimos algo que não sabemos explicar, porque exigir isso de uma mente ainda em formação, né?!  Algumas vezes, tudo que precisamos, adultos e crianças, é só de um pouco de empatia.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Eu quero isso para mim também!

Ei, meninas! E aí, como andam as coisas com vocês? Me contem tudo, haha

Estava aqui pensando no que postar, estudando e reunindo umas referências para um projeto que está em fase gestacional, quando me deparei com esse vídeo aqui embaixo. E é incrível como eu me emociono com esses vídeos, e também com a forma com que a meninas do Além d'Olhar captam esse momento tão único e tão especial. Ainda estou com os olhos marejados! É um assunto forte, mexe muito comigo, muito mesmo!


Fiquei com vontade de compartilhar isso aqui, porque a naturalidade e a maravilha que é parir um filho naturalmente, de forma respeitosa e humana, deve ser compartilhada sempre. Porque mostra como é lindo receber seu filho no tempo dele, com as pessoas que te amam, te apoiam e, acima de tudo, te respeitam e acreditam na sua capacidade. Independente se em casa, no hospital ou na casa de parto, desde que seja a mulher e o bebê os protagonistas pelo parto. A natureza é perfeita. E eu quero isso para mim também!






*****


E como eu estou muito apaixonada por esse tema, não vou me contentar com um vídeo só (alguém me segura que hoje estou animada, rs)! Assistam esse aqui embaixo também, do nascimento do Theo. Me diz se não dá vontade de parir agora mesmo?




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Desde que eu comecei a pesquisar sobre formas de parir e de nascer, que começou por causa da minha sensibilidade, me deparei com o incrível universo da humanização do parto. Me apaixonei completamente. Se antes eu queria apenas saber se era possível dar à luz sem agulhas em mim (meu grande trauma), hoje eu sou uma grande defensora do assunto e, depois de muita leitura, vídeos assistidos e informações reunidas, me sinto muito mais tranquila para ter meu bebê do que há um ano e meio atrás, sem sombra de dúvidas. Informação é mesmo imprescindível!
Por isso eu também quero usar esse meu cantinho aqui para divulgar vídeos (como hoje), ou apenas expor o meu ponto de vista sobre o assunto. Vai que ajuda mais gente, né?! Vale pelo registro das minhas ideias, dúvidas e convicções também. 


E me digam: vocês também choram assistindo esses vídeos, ou lendo relatos de parto, ou sou só eu mesmo? 


Beijo, gente! Boa semana pra nós!



Aviso 1: Post não patrocinado, eu sou mesmo apaixonada pelo Além d'Olhar, rs! 
Aviso 2: não consegui colocar os vídeos num tamanho maior, desculpem!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Sonhando demais

E então essa noite eu sonhei com parto. Com o meu parto, diga-se de passagem.
Era assim: a primeira cena já era eu em trabalho de parto e o parto em questão era domiciliar. Não foi um sonho muito claro, daqueles cheios de detalhes, mas só sei que eu chegava em dilatação total e nada do bebê querer nascer e eu não sentia muita coisa, como se ainda não fosse a hora, sei lá. Só sei que tivemos que ir ao hospital e lá eu teria que escolher entre o fórceps ou a cesárea. Antes de saber o que deu, o despertador tocou e eu acordei.
Foi um sonho doidão, eu sei.
E não foi a primeira vez.
Já sonhei o contrário também: que era tudo tão rápido que o bebê nascia em casa, sem eu ter planejado nada, sem eu ter tempo de ligar pra alguém e sozinha em casa, ainda por cima. No maior estilo: espirrou, nasceu...

Já tive outros sonhos também, mas não me lembro tão claramente. O fato é que de tempos em tempos eu sonho com o meu próprio parto.

Fiquei pensando o que isso pode significar e cheguei em mais de uma resposta, então vou registrar aqui para receber opiniões e não me esquecer desse período pré-mamãe.
Meus sonhos podem significar:
1 - que eu estou lendo muitos relatos de parto e minha cabeça está juntando todos e transformando em sonhos do meu próprio;
2 - que, independente do que eu planeje, vai ser diferente;
3 - complementando o item acima: não temos o poder de controlar tudo;
4 - que eu estou tão monotemática que até os sonhos são sobre gravidez e parto;
5 - que, apesar de eu ler pácaramba (como diz a minha afilhada de 4 anos), tenho um medinho desse momento tão importante;
6 - que mané medinho nada, tenho é um baita de um medão;
 (nota mental, escrever um post sobre os itens 4 e 5 em breve)
7 - que eu sou uma mulher de extremos: ou vai demorar demais, ou de menos;
8 - que esses sonhos já encheram o saco, cansei deles; agora eu quero viver um parto de verdade, o mais breve possível, pra ver como é que é (hoho, adorei essa! :P);
9 - que eu tenho que parar de inventar significados pros meus sonhos, porque tenho um monte de textos para terminar ainda, ora bolas.


Alguém explica? Freud, Jung, cadê vocês quando eu mais preciso?
Alguém também sonha com parto? Conta pra mim?


Up: também sonhei que o nome do blog era outro (oi?) e agora estou o dia todo com esse nome na cabeça. Gostei dele. E fica a dúvida: mudar ou não mudar?

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O fim do anticoncepcional e as controvérsias da vida

Ano passado, véspera de Natal, marido e eu na fila de check-in do aeroporto rumo à casa do meu irmão, em Aracaju. Fila enorme, como vocês devem imaginar. Marido teve que sair para resolver alguma coisa e eu fiquei lá sozinha. Eu lá, com o carrinho com nossas malas, em meio à trocentas pessoas, um barulho sem fim, percebi que estava sentindo algo diferente. Não era cansaço, não era preguiça, não era vontade de calar a boca daquele cara atrás de mim que só falava asneira. Prestei atenção e percebi: não queria mais esperar, não podia mais esperar, não queria mais usar anticoncepcional. Eu queria um filho "agora". Não sei porque raios eu senti aquilo naquele exato momento, mas senti. Era um sentimento mesmo, uma coisa forte, real. Meus olhos se encheram de lágrimas. Eu tinha certeza. (já havia sentido coisa parecida algumas vezes durante o ano, mas dessa vez foi diferente, uma força presente mesmo).
Quando marido voltou, percebeu meus olhos marejados e comentei por alto o que estava sentindo e a minha vontade (estava uma correria total, quase perdemos o voo), e ele concordou. Voei 3 horas pensando nisso. 

Eu usava o anticoncepcional Evra, que é um adesivo transdérmico (para quem não conhece é assim: são três adesivos,a troca é feita a cada uma semana. Depois do terceiro, tem a pausa de 7 dias, igual aos outros, que é quando desce, e daí começa tudo de novo). Eu ainda estava com o primeiro adesivo e, apesar da ideia tentadora, não arranquei-o de uma vez por todas e me joguei nas tentativas, até porque eu tinha medo de bagunçar o ciclo. Usei até o final, normal, esperei descer, mas não comprei uma nova cartela. Parei mesmo. 

Mas não me joguei nas tentativas.
Nós ainda tínhamos (temos) para sempre teremos umas contas para acertar, e ainda queríamos aumentar um pouco a poupança para conseguir pagar uma equipe bacana para nos acompanhar. 
Seguimos usando camisinha. Fui à médica, ela disse que estava tudo bem. 

Meus ciclos sempre foram totalmente regulares. Com o anti, eu sabia exatamente o dia e até mais ou menos o horário que viria, achava isso o máximo, rs. E agora está um tormento. No primeiro mês sem o adesivo, demorou simplesmente 39 dias para descer de novo. Para mim, que estava acostumada com 28 dias pontualmente, foi horrível, quase surtei. Fiz uns 4 testes, mas deram todos negativo. Do segundo pro terceiro (que foi a última vez), demorou 34 dias. E agora ainda não estou atrasada, não, mas já até espero que demore de novo.

Na viagem, tínhamos combinado que iríamos começar a tentar no mês de maio (não por um motivo específico, só para estipular uma data mesmo). Quando acertamos isso lá na praia, de frente pro mar, tudo parecia tão distante, tão longe. E a parte que eu tinha sentido que tinha que ser "agora"? Chorei, mas concordei no final, porque no fundo eu sabia que ia ser melhor assim.

Mas gente! Maio é mês que vem!
Mas não foi ontem mesmo que eu estava pensando em como eu poderia burlar o calendário para chegar logo no tal do mês? O tempo foi mais rápido que eu dessa vez e chegou antes da minha descoberta, rs...

E eis que semana passada, quando me dei conta disso tudo... travei.
quén, quén, quén, quéééénnnn...!!!

O que antes era uma ansiedade desmedida, agora é uma coisa que eu ainda não sei definir muito bem, mas se parece um pouquinho com medo.

Ah, claro, essa é a parte que eu conto que marido e eu adoramos fazer planos... para desfazê-los no final das contas. Não esperamos o mês das mães coisa nenhuma, paramos com a camisinha, assim como quem não quer nada, esse mês mesmo. Ou seja. Agora eu sou tentante, né?

Eu sou?



Não estou fazendo nada além daquilo que tem que ser feito, haha... melhor dizendo: não estou contando no calendário o período fértil, não estou medindo temperatura, não estou monitorando muco... nadica de nada mesmo. Até porque, não se esqueçam, ainda não caiu minha ficha que eu mudei de status.

Me diz, gente: haverá um mundo justo e sem controvérsias no universo pré-materno? (porque no materno já me disseram que não há mesmo). A pessoa passa a vida inteira querendo ser mãe, querendo começar as tentativas o mais rápido possível. Quando chega a hora, o que acontece? Um medo descabido, que nem pediu licença e já foi se instalando aqui. Ah, não... tá tudo errado! rs É um medo estranho de não dar certo, de dar certo e eu não dar conta, de ficar neurótica se demorar demais, de fazer tudo errado. Ah, tanta coisa. Tudo ao mesmo tempo. Tenho que dizer que não tô gostando muito disso, não, tô ficando confusa...

Acho que isso é ansiedade disfarçada de medo, na verdade, mas ainda estou averiguando...

Fica no ar muitas perguntas: isso é normal? Eu sou a única em todo Planeta Terra que sente uma coisa estranha assim? Haverá solução para o meu caso? Isso passa? Como? Tenho que fugir para as montanhas antes que a coisa se agrave? Quem vem aqui me dar um abraço? um dia deixarei de ser dramática nos meus textos? Aguardaremos os próximos capítulos.

domingo, 7 de abril de 2013

Sobre a minha ansiedade: quando a crise vem.


Ei, gente linda! Tudo certo por aí? Dei uma sumidinha essa semana, foi bem corrido aqui, mas já voltei...

Sabe uma coisa curiosa que eu tenho reparado? Minha ansiedade mudou, está diferente (Oi, meu nome é Marina e eu tenho uma ansiedade que muda de cara).

Durante um bom tempo eu estava ansiosa pra valer mesmo, querendo acordar grávida a cada dia que passava, e o tempo parecia que andava para trás. Convivia com ela a toda hora, quase já havia me acostumado. Mesmo com a mente ocupada por outros assuntos, ela estava aqui, presente. No entanto, percebi esses dias que ela deu uma espécie de trégua - vou falar sobre isso daqui a pouco (a pessoa está escrevendo dois posts ao mesmo tempo e ainda acha que não está ansiosa, doce ilusão, hahaha). Aqui eu vou falar sobre como era antes dessa "pausa". 

Eu costumo pensar que eu tenho duas "fases": uma ansiedade mais leve, que na verdade é a vontade de ser mãe. É uma sensação boa. E a crise de ansiedade, que é quando eu quero controlar o tempo com as minhas próprias mãos e fazer acontecer tudo hoje, agora, nesse instante. 

Esses dias escrevi um texto falando que quando estou triste, me permito ficar triste. Com a ansiedade prégravídica é a mesma coisa. Quando a crise vem, eu simplesmente a sinto. Me permito fuçar em todos os blogs o dia todo, abrir sete abas de sites maternos ao mesmo tempo, ler relatos, ver o que eu já vi cinquenta vezes, pensar em como será comigo, o que eu vou sentir, mandar 100 e-mails pro meu marido durante o dia. Fico o dia toda às voltas com isso. Aliás, o Cleber é fundamental nos meus momentos de maior ansiedade. Ele sabe que eu quero ficar falando apenas sobre isso, e deixa. Fico o dia todo falando com ele pelo facebook sobre a minha vontade, de como vai ser quando tivermos filhos, de quando eu estiver grávida, essas coisas todas que vocês devem imaginar. Ainda não sei como ele aguenta, haha... 
E quando eu surto de vez e quero inventar uma forma de ficar grávida na-que-le-mi-nu-to (que geralmente é quando eu choro), aí de uma forma ainda misteriosa, ele me acalma. Na verdade não é uma forma milagrosa. Nem instantânea. É muito ruim essa sensação de que nunca vai chegar a hora de ver as duas listrinhas no teste de farmácia (porque eu sempre esqueço que não sou tentante e fico ansiosa do mesmo jeito, rsrs). 
Voltando ao que dizia antes: acho ele me acalma pelo fato de não tentar me podar, sabe como? Porque para mim, se eu percebo que a ansiedade está aumentando e eu tento fugir, só piora. Sou péssima nisso. E se alguém me diz que eu não preciso ficar assim, que o bebê virá na hora certa blablabla, aí a coisa coisa fica feia demais. Dá vontade de dizer: "Ô pessoa, e desde quando a gente racionaliza quando tá ansiosa? Ah, me deixa ficar ansiosa em paz!!" (oi?). 

Também acho que faz parte do processo tudo isso. Quando eu estava planejando o casamento, por exemplo, comia chocolate como se não houvesse amanhã (e até emagreci, hoho, gostaria de mandar um beijo para  minha genética; sua linda, tiamo). E o casamento aconteceu, deu tudo certo, amém. Então me permito sentir isso, sim. Só o que faço é tentar não deixar as outras pessoas - aquelas não tão importantes - perceberem. Isso sim eu disfarço. Porque quando elas percebem, não se contentam em apenas ser solidárias e te dar um abraço, ou mudar de assunto, tentando fazer você pensar em outra coisa, por exemplo, o que poderia ser uma ajudinha. Aliás, nem fazem isso. Elas falam, elas opinam, elas determinam como você deve se comportar. E isso cansa! Uma coisa é ter que lidar com uma crise de ansiedade, outra coisa - ainda pior - é lidar com a sua crise E com as pessoas que além de não ajudar em nada, ainda atrapalham. 

Aqui nos blogs, entre nós, eu acho lindo que exista palavras de incentivo e de ajuda. Porque a gente se entende. Porque estamos no mesmo barco. O mesmo se for uma pessoa "da vida real" que já tenha estado na mesma situação. É uma troca. Mas uma pessoa lá, do alto da sua torre de autocontrole e sabedoria, que nem quer saber muito de mim, ou como eu me sinto, quer apenas proferir palavras sobre como eu devo ou não me comportar, numa coisa unilateral... ah, não! Fico muito brava mesmo! (sou rebelde sim ou lógico? rs).
Então, nesse sentido, para evitar maiores frustrações, disfarço. Tenho minhas crises no conforto e na privacidade do meu lar, com a presença física ou virtual (quando está no trabalho) do meu marido e tá tudo bem. 

E sabe do que mais? Elas passam. Pode parecer contraditório, mas é por isso que as sinto, pra elas passarem logo. Se eu não viver, elas não vão embora nunca, ficam aqui comigo por dias, enchendo o saco e me fazendo mal. Comigo, cada crise não dura mais que um dia. Ou, se é das brabas, no segundo dia já está menos feroz.

A crise maior, que machuca,  passa. A vontade, aquela que traz aquele friozinho bom na barriga, continua. E assim eu tento ir seguindo, um dia de cada vez, só até amanhã de manhã. 

E vocês, como lidam com as crises de ansiedade?

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Primeiros ajustes

Eu sou uma pessoa ansiosa desde que nasci.
História de bastidores: minha mãe conta que chegou na maternidade com contração às 2 e tanto da manhã e quando foi 6:20 eu nasci (e nem foi cesárea, haha). Ou seja, sou ansiosa desde antes de nascer!
Isso é um fato concreto na minha vida e eu não quero arrancá-lo de mim, não; só o que eu faço é moldar e direcionar (pelo menos tento) essa ansiedade para alguma coisa produtiva e, assim, tentar ir me equilibrando.


Pois bem, ainda não sou uma tentante ativa, mas já estou me adequando a esse mundo. Porque, confesso, nunca fui a pessoa mais adepta à atividade física no mundo. Aliás, eu detesto academia. Mas também não sou de todo sedentária. Não tenho preguiça de caminhar, não; dou uma voltinhas de bicicleta de vez em quando no parque; há um tempo atrás eu dançava todo final de semana. Enfim, eu me exercitava de vários jeitos, mas não uma coisa regular, entendem?
Mas aí a pessoa decide que quer uma gestação e um parto completamente naturais. Ou seja, preciso de algum preparo físico pra coisa. Em janeiro desse ano me matriculei na yoga e na hidroginástica, na rede Sesc, que preciso dizer, sempre salva o meu bolso, rs. Escolhi yoga porque além de ser bom para o corpo, auxilia muito a mente também, o que para uma pessoa ansiosa como eu é de grande ajuda. A hidro eu escolhi porque tenho um probleminha no osso do pé que não me permite muito esforço físico em solo, o pé fica inchado, doi, é uma saco. Na água o atrito é bem menor e tá tudo certo. Por último, mas não menos importante, óbvio que escolhi esses dois por serem atividades que eu vou poder fazer durante toda a gestação (apesar que nas duas turmas o que mais tem são idosas, hehe). E nossa, como é bom quando nos exercitamos com coisas que nos fazem bem, né! Estou bem mais calma desde que comecei, e o corpo já agradece, pernas e bumbum mais durinhos, ô beleza! rs...

Em relação a alimentação eu mudei pouco. Dieta restritiva eu não faço a mínima ideia do que seja. Sempre comi de tudo. Mas é assim, almoço e janta é comida mesmo, arroz, feijão, carne, salada, verdura, massa, o que for, mas tem que ser comida. Frutas, muitas. E também nunca me liguei nessa coisa de light e e diet, ou arroz, pão e tudo integral. É tudo caseiro, como sempre foi desde criança. E pão eu como sim, chocolate eu como sim, doces eu como sim, sanduíche eu como, sim. A única coisa que não sou totalmente fã são folhas, só alface mesmo e olhe lá. 
O que eu mudei foi a questão do refrigerante, mas nem foi pensando numa futura gestação, é simplesmente pelo fato de eu sentir uma dor enorme na barriga quando abuso do dito cujo, ou seja, foi bem mais fácil parar de tomar do que lidar com as dores; mas se estou em algum lugar que não tem suco, eu bebo um pouquinho só e não me martirizo também. E de uns tempos pra cá meu paladar simplesmente mudou em relação a carne vermelha. Eu não consigo mais comer sempre, sinto um gosto diferente, mesmo que o tempero seja o mesmo, é difícil até de explicar como é; ou seja, carne vermelha agora só como poucas vezes na semana. Até perguntei pro médico se tinha algum problema, mas como eu como feijão todos os dias, verduras, legumes, ovo, peixe, etc, ele disse que não tem muito problema não (e os meus exames também não deram nada alterado, como anemia, por exemplo, ufa).

Exame ginecológico está em dia também. Estive, em fevereiro, numa consulta com a médica que eu quero que me acompanhe no pré-natal e já verificamos que está tudo certo nesse quesito também. Vacinas também, tudo ok!
Só falta fazer uma visitinha ao dentista, mas ainda tenho algum tempo pra ver isso direitinho. 

Apesar de já ter me ajustado em algumas coisas, o que pode levar alguém a pensar se isso não aumenta minhas expectativas, preciso dizer que essas coisas só têm me ajudado a combater a tal da ansiedade, principalmente as atividades físicas. Me sinto realmente mais calma depois de cada aula, com a mente bem mais leve mesmo. Mas claro que de vez em quando a coisa aperta e eu quero acordar no dia seguinte já com um positivo em mãos. Nessas horas eu preciso inventar meios de lidar com a fadiga (rs), mas isso eu conto em outro post.


Imagem: encontrei nesse blog, que tio Google indicou.